quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

ANAIS 7º SEMINÁRIO DE PESQUISA EM LINGUAGENS, LEITURA E CULTURA EM DIÁLOGO

Confira aqui os anais do 7º Seminário de Pesquisa em Linguagens, Leitura e Cultura em Diálogo - I Semana de Letras, 22º Encontro do Proler Joinville


Para visualizar os Anais do Proler 2016 Clique aqui!

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

 Abertura da exposição "Fotografias de Rua", resultado da oficina "Fotografia de Rua Subjetiva" que aconteceu nesse fim de semana  na AAPLAJ. A abertura será dia 14 de dezembro às 19:30 no Galpão da AAPLAJ, na cidadela Cultural Antártica. 


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Resumo da oficina: Oficina teórico/prática sobre a fotografia de rua e seus desdobramentos plásticos e artísticos. Quase tão antiga quanto a própria mídia fotográfica a fotografia de rua começa a se destacar a partir do século XX, sobretudo nas mãos de Charles Nègre, pintor francês que adota a fotografia como auxiliar a sua atividade artística definindo as primeiras características do que se fundamentaria como o gênero fotografia de rua. O método se espalha pelo mundo sendo amplamente utilizado por fotógrafos da Europa e Estados Unidos e se abrindo a novas experimentações ao longo dos séculos. A oficina tem o objetivo de proporcionar um repertório imagético e teórico, bem como possibilitar experiências práticas sobre o tema. 

A oficina é gratuita para os associados da AAPLAJ que apenas devem enviar e-mail com os dados pessoais solicitando a inscrição.
Dúvidas e informações (47) 99196 3382


Estreia e curta temporada da peça Vozes de Abrigo.

Texto e direção:  Fábio Nunes Medeiros
Música: André de Souza

Por meio de imersões literárias, com o engajamento da direção da unidade, detentos voluntariamente inscritos têm tomado parte de dinâmicas que os levam a criar histórias. É o projeto “OFICINA LITERÁRIA”, que já ensejou na publicação da obra CONTOS TIRADOS DE MIM: a literatura no cárcere. Agora, seguindo nesse caminho, será lançado o CONTOS TIRADOS DE MIM: a literatura no cárcere Vol.2. A educação, baseada na ética, é a chave para a evolução civilizatória e para o Estado Democrático de Direito respeitador das garantias fundamentais. A literatura é fator condicionante, talvez imprescindível, dessa educação. Esse é o fundamento do projeto da OFICINA LITERÁRIA, que com a literatura contribui para um mundo mais próximo da não violência.

João Marcos Buch
Juiz de Direito


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

MEMORIAL
Seminário  e Aula de Campo Interdisciplinar Letras/História/ Ciências Biológicas/Geografia
Olhares cruzados hoje/ontem  a partir da ótica de Avé-Lallemant :relatos viagem Colônia Dona Francisca



Augusto Luciano Ginjo
Elaine  Junqueira
Letícia Krema
Lutrícia Monti
Tayanara Nardes

Nos meses de julho e agosto de 2016, lemos o diário de viagem de Avé-Lallement,, disciplina Literatura Brasileira III, sobre o gênero diário e  conceitos de cultura. Avé-Lallemant foi um escritor viajante e esteve na província de Santa Catarina no século XIX. Durante as aulas, construímos olhares sobre o texto e o modo com que o escritor registrava impressões sobre a cultura dos locais visitados. Percebemos, também, a importância dos relatos pessoais e a multiplicidade de observações que podemos criar diante dele. Nós, alunas do curso de Letras do 4º ano, apresentamos um seminário explorando o gênero diário de viagem e as referências literárias que o diário nos trouxe.
Por meio das orientações da professora Taiza e do mestrando do Programa de Mestrado em Patrimônio Cultural e Sociedade, Augusto, tivemos a oportunidade de compartilhar nossas impressões e perceber o que o Avé-Lallement produziu durante sua viagem nas terras de Santa Catarina. Durante as aulas do mestrando, foram introduzidos vários conceitos da palavra “Cultura”, que carrega consigo uma vasta diversidade de significados, e, diante desses significados foram associados conceitos de sociedade, nos possibilitou ter uma melhor compreensão da visão de mundo do escritor, intercalando com a noção do gênero diário de viagem. E com o auxílio de historiadora e mestranda em Patrimônio Cultural e Sociedade Joice, pudemos entender mais o aspecto histórico da época e ter outra visão das nossas experiências com o texto lido.
O escritor viajante nos fez perceber um olhar, marcado por estereótipos e vivencias pessoais. Sua linguagem também revela traços do mundo natural e humano. Assim, o estudo da cultura e suas definições nos fez perceber as suas manifestações escritas daquela época.
O diário de viagem de Avé-Lallement, possibilitou, portanto, a construção de múltiplos olhares a respeito de seus escritos, olhares esses que foram apresentados e discutidos no seminário interdisciplinar, apresentado no dia 10 de agosto, acrescentando aos conhecimentos já debatidos em sala de aula a respeito do diário. Foi possível conhecer a fauna e flora descrita em seus relatos, apresentados pelos alunos de biologia, os fatos históricos e o contexto da época em que foi escrito, trazidos pelos alunos de história e o percurso, trajetória feita por ele, através dos estudos do professor de geografia.
Este seminário possibilitou interdisciplinaridade e olhares que até então não havíamos percebido. Foi de grande valia estudar os detalhes do diário e ouvir as leituras de acadêmicos de História, Ciências Biológicas e de um professor de Geografia   provocam revisão de olhares sobre Joinville.
Nós, ao explorarmos o Diário de viagem, atentamos ao gênero em si, sua estrutura e características. Avé-Lallement, em seu diário registra de modo diferente do diário pessoal, que marca pelos registros do íntimo e secreto e valoriza a fonte histórica. Este tipo de documento era fundamental no século XIX, visto que os diários dos viajantes se tornavam documentos históricos, percepções e visões a respeito dos lugares visitados e sobre a comunidade que ali habitava.
Durante a leitura, pudemos estudar outros aspectos presentes na cultura do séc. XIX, entre eles a divisão do trabalho, as dificuldades que os nossos colonizadores viveram com salários baixos e situações caóticas de sobrevivência, sem contar no preconceito de raças que era bem presente no cotidiano dos povos aqui localizados, por conta da miscigenação.
Também levantamos questões de intertextualidade contidas no diário, como o Calibã, que é uma personagem, de William Shakespeare, em A Tempestade. É considerado um escravo selvagem, deformado e tratado com desdém, tornando-se alvo de chacota por parte dos outros. Diante dessas características Avé-Lallement traça uma comparação preconceituosa com os povos Belgas, levando em consideração apenas esse olhar selvagem, desconsiderando a força do mito de Calibã na poética de Shakespeare.
 Avé-Lallement faz referência a À la Paul et Virginiem, uma obra de Saint Pierre, que foi publicada em 1788. Obra traduzida, desde então, para diversos idiomas. E traz um pouco sobre o amor adolescente, o primeiro amor, inocente e trágico. Descrevendo os grandes sentimentos de amor e nostalgia do paraíso perdido e um gosto pela solidão. Ao se colocar em seu diário ele consegue fazer essa relação com a obra, frisando principalmente nesse amor inocente e ingênuo.
Outra citação feita pelo autor, é com relação a mitologia, trazendo o deus IKAROMENIPPUS, porém a sua inserção no texto sobre o assunto deixa vago a compreensão, não fazendo referência a história real da mitologia com o assunto abordado em seu diário. Perpassando uma ideia de que Avé-Lallemant era um típico iluminista, que traz a literatura, os nomes renomados, mas não os conhece profundamente. Fazendo – ilustrações – “eu cito, mas não leio”.
Este seminário viabilizou a interdisciplinaridade e olhares que até então não havíamos percebido. Foi de grande valia estudar os detalhes do diário e ouvir várias versões, o que fez com que, em alguns momentos, mudássemos até mesmo de opinião em certos fatos e olharmos Joinville com outros olhos.
No dia 19/09, realizamos uma Aula de Campo onde retomamos alguns caminhos referenciados no diário do autor. Passamos por algumas propriedades localizadas na Estrada Bonita – Rio Bonito, Rio da Prata e Quiri, todas na região rural de Joinville – SC.
A primeira propriedade visitada foi a do Sr. Ango Kersten onde pudemos aprender um pouco sobre a fabricação artesanal do melado, o cultivo da cana de açúcar, a criação de alguns animais, o contato com a natureza. Em um relato da trajetória de sua família, que está há algumas gerações no local, o Sr. Ango nos falou também sobre as condições de trabalho na época de Colônia. Assim foi possível relacionar com o relato apresentado por Avé-Lallemant acerca da colônia Dona Francisca.


                           Figura 1 – Grupo de estudantes e professores na aula de campo
                                      Fonte: Augusto Luciano Ginjo – acervo particular


                    Figura 2 – Sr. Ango Kersten conversando com o grupo
                                     Fonte: Augusto Luciano Ginjo – acervo particular

A propriedade do Sr. Ango é reconhecida pelos produtos coloniais fabricados no local, em especial o melado. Tivemos uma explicação bem detalhada de todo o processo de fabricação desse produto. Além do mais, muitos membros da família Kersten trabalham na propriedade onde a renda para a sobrevivência de todos é proveniente da venda dos produtos coloniais ali produzidos além das visitas recebidas diariamente.


                   Figura 5 – Panela utilizada para a produção do melado
                               Fonte: Augusto Luciano Ginjo – acervo particular

Visitamos o Vale das Nascentes, localizado na Estrada Quiriri, em contato com a Mata Atlântica, a guia que conduziu o grupo nos falou sobre a beleza das paisagens daquele espaço, como dizia Avé-Lallemant, e também disse como no diário, sobre os encantos das aves que habitam por ali, como diz no diário “Ao descambar o sol é particularmente forte a gritaria da araponga, que se cala imediatamente depois do sol posto! Por isso ela é um profeta do tempo, Quando a araponga na orla a floresta pode-se contar com bom tempo, mas quando grita o uru nas brenhas da serra, vem chuva”.


                    Figura 3 – bebedouro d’água de uma nascente
Fonte: Augusto Luciano Ginjo – acervo particular

                    Figura 04 – pessoas do grupo alimentado peixes
Fonte: Augusto Luciano Ginjo – acervo particular

A última propriedade visitada foi a localizada na Estrada Rio da Prata, localizada antes da subida da Serra Dona Francisca. O Apiário Pfau também é um local pertencente a uma mesma família há algumas gerações. Fomos recebidos pela Sra. Ilse a qual nos deu uma verdadeira aula sobre o mundo das abelhas. Pudemos aprender sobre a organização delas, a importância para o meio ambiente e qual é o trabalho do apicultor.
            Recebemos uma explicação muito apaixonada da Sra. Ilse, demonstrando o seu papel como educadora ambiental.

                          Figura 6 – Sra. Ilse explicando sobre o trabalho com as Abelhas
Fonte: Augusto Luciano Ginjo – acervo particular


A experiência de poder visualizar o texto lido e aprender na prática as vivências, os enfrentamentos e as dificuldades dos nossos colonizadores, foi enriquecedora, pois a partir desse contato com a história do nosso povo, pudemos construir novos visões culturais reavaliando mitos identitários. O olhar interdisciplinar nos proporcionou uma desmistificação de conceitos, uma aprendizagem pela experiência.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Normas para publicação - texto completo - 7º Seminário de Pesquisa em Linguagens, Leitura e Cultura: Linguagem, Leitura e Cultura em Diálogo

Normas publicação texto completo:

1 - Os artigos devem conter resumo e abstrat, seguidos de palavras chave. Os trabalhos devem conter de 10 a 15 páginas, em entrelinha de 1,5 espaço, corpo de letra 12, fonte Times New Roman ou Arial, títulos em corpo 14.

2 - Os textos devem ser anexados em arquivos eletrônicos em formato Word (mínimo 6.0, com extensão de arquivo .doc ou .docx). Os trabalhos devem conter identificação de seu(s) autor(es). Os dados de identificação: Dados do(s) autor(res), no qual devem constar: Título do trabalho / Nome do(s) autor(es) / Filiação institucional (Universidade/Departamento/Unidade) / Endereço completo e E-mail do autor principal / Informações complementares que o(s) autor(es) julgue(m) necessárias.

3 - Citações e referências: seguir as normas da ABNT relativas à preparação e apresentação de documentos em geral e, no que diz respeito à apresentação de citações e referências, segue as recomendações das Normas ABNT 6023 e 10520, ambas de agosto/2002, optando pelo sistema autor-data para a padronização dos trabalhos nela produzidos. Citações breves, que não excedem três linhas, devem ser grafadas ao longo do texto, no mesmo corpo deste, entre aspas, seguida ou antecedida da fonte, como mostram os exemplos a seguir, extraídos de artigos publicados na Revista Univille v. 11, n. 2, dez. 2006.
1.º exemplo: De acordo com Silva (1999, p. 32), e interpretando o Pacto de Estabilidade e Crescimento, entende-se por “disciplina das finanças públicas quando o déficit fiscal programado ou verificado não exceder o rácio de 3% do produto interno bruto (PIB) e o rácio da dívida pública não exceder 60% do PIB.
2.º exemplo: Lembrando que ética é uma ciência prática, “não só porque trata da praxis (prática) humana, mas porque visa dirigi-la (DE FINANCE, 1988, p. 10), no contexto da arte-educação mais fortemente esta pode se manifestar.
A referência completa à fonte constará na lista de referências, no fim do trabalho, em ordem alfabética, com entrada pelo sobrenome do autor ou pelo nome da instituição/organização autora (Norma NBR-6023 da ABNT).
Citações longas, com mais de três linhas, devem ser apresentadas em corpo 11, recuadas em bloco a 4 cm da margem esquerda. A menção à fonte pode ser feita antes ou após o texto, do mesmo modo que nos exemplos anteriores.

4 - As notas explicativas devem vir no final dos textos, antes das referências bibliográficas, numeradas sequencialmente. Imagens ou ilustrações devem vir em resolução mínima de 300 dpi. Tantos as imagens como tabelas e quadros deverão estar inseridos na sequência correta do texto.


Calendário de inscrição:

- A submissão dos resumos - até o dia 24 de outubro
- Envio para comissão avaliar - 25 de outubro
- Os resultados da seleção - até o dia 1 de novembro
- Os trabalhos completos - até o dia 28 de novembro

- Inclusão nos ANAIS eletrônicos - até o dia 9 de dezembro

 O caderno literário Literando é um projeto da disciplina de Teoria da Literatura  do curso de Letras da Univille, ministrada pela professora Taiza Mara Rauen Moraes. Foi desenvolvida a 3° edição e o caderno completo  esta disponível no Blog Poéticas Tecnológicas endereço: http://poeticatecnologica.blogspot.com.br/

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

7º Seminário de Pesquisa em Linguagem, Leitura e Cultura (Semana de Letras)


          Na próxima semana, entre os dias 07/11 e 11/11 acontecerá a Semana de Letras: 22ª Encontro do Proler Joinville, o IX Abril Mundo do Prolij, o 7ª Seminário de Pesquisa em Linguagem, Leitura e Cultura: Linguagem, Leitura e Cultura em Diálogo e o evento internacional, Pátria Língua Portuguesa.
            Através dessa postagem, segue a divulgação dos aprovados para apresentação dos trabalhos no 7º Seminário de Pesquisa em Linguagem, Leitura e Cultura: Linguagem, Leitura e Cultura em Diálogo e as respectivas salas onde ocorrerão as apresentações! 

                 Para acessar a relação de aprovados clique aqui


Nesse ano, a Semana de Letras da Univille volta a acontecer, integrando programas e projetos vinculados ao curso para promover uma semana inteira de atividades para acadêmicos e comunidade!  
Ele incluirá: o 22ª Encontro do Proler Joinville, o IX Abril Mundo do Prolij, o 7ª Seminário de Pesquisa em Linguagem, Leitura e Cultura: Linguagem, Leitura e Cultura em Diálogo e o evento internacional, Pátria Língua Portuguesa.

Por meio dessa postagem, divulgamos publicamente a relação de aprovados e ensalamentos para o 7º Seminário de Pesquisa em Linguagem, Leitura e Cultura: Linguagem, Leitura e Cultura em Diálogo, promovido pelo Proler (Programa Nacional de Incentivo à Leitura).


COMUNICAÇÕES ORAIS
DIA – 09/11/2016
SALA 1 – 19h30 às 21h30
A-209

Horário
Nome
Título
19h30 – 19h50
Philipe Macedo Pereira e Karina Santos de Menezes
A junção de redes virtuais e musicais na pós-modernidade e a influência na sociedade: sustentabilidade em redes
19h50 – 20h10
Karina Santos de Menezes e Taiza Mara Rauen Moraes
Percepções sobre o uso da linguagem musical na Escola de Música Villa-Lobos na década de 2005 a 2015: um estudo de caso
20h10 – 20h20
Marli Henicka
Franzoi e o roçar da morte na performance
20h20 – 20h50
Fábio Salun

Virtuais: uma reflexão sobre o tempo em um mundo de ideias e conceitos
20h50 – 21h30
Discussão



 SALA 2 – 19h30 às 21h30
A-210

Horário
Nome
Título
19h30 – 19h50
Joice Leticia Jablonski e Sandra Paschoal Leite de Camargo Guedes
Narrativas de memórias: representações sobre o Museu Irmão Luiz Godofredo Gartner
19h50 – 20h10
Berenice Rocha Zabbot Garcia
A extensão universitária e a formação docente
20h10 – 20h20
Pedro Albeirice Rocha
Aspectos da Tradução da obra "Meu Pé de Laranja Lima" ao espanhol
20h20 – 20h50
Soraya Rachel Pereira
Project: Culture in a Box - British Council - Intercâmbio educacional entre escola joinvilense e inglesa (Joinville/SC & Basildon, Essex)
20h50 – 21h30
Discussão

  
SALA 3 – 19h30 às 21h30
A-211

Horário
Nome
Título
19h30 – 19h50
Cymara Scremin Schwartz Sell, Jeferson Renato Veiga e Nicole de Medeiros Barcelos
Bateu a bad: o comercial de shampoo badass e a análise crítica do discurso
19h50 – 20h10
Nielson Ribeiro Modro
Aspectos Jurídicos nas Histórias em Quadrinhos
20h10 – 20h20
Daniele Pamplona Soares
O jogo da Oralidade na prática do contador de histórias
20h20 – 20h50
Philipe Macedo Pereira
A desterritorialização poética em espaços virtuais
20h50 – 21h30
Discussão


SALA 4 – 19h30 às 21h30
A-212

Horário
Nome
Título
19h30 – 19h50
Geovane Kubiaki Babireski
Aquisição de Linguagem Escrita: reflexões pedagógicas e fonoaudiológicas sobre o
processo de “empoderamento” da criança
19h50 – 20h10
Cícero Daniel Cardoso e Sandra Paschoal Leite de Camargo Guedes
A Linguagem Museológica na Construção de Representações: o comércio atlântico de
escravos representado pelo Slave History Museum, na Nigéria
20h10 – 20h20
Jussara Cascaes Longarzo
Letramento digital na voz dos professores de Língua Portuguesa dos anos finais do Ensino Fundamental
20h20 – 20h50
Délcia Souza e Rosana Mara Koerner
O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) e suas contribuições para os professores alfabetizadores no trabalho com os gêneros textuais
20h50 – 21h30
Discussão

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Salve o Cinema - 07/11

Segunda-feira, dia 07/11, ocorrerá mais um Salve o Cinema!

Mediação: Fernando Sossai

Semana de Letras - 22º Encontro do Proler Joinville

As inscrições são gratuitas!
Local da inscrição: Setor de Eventos - Univille - Sala B-10
Telefone: 3461-9004
E-mail: eventos@univille.br
Compareça você também!


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Está Chegando o IV Encontro Catarinense de Escritores…

     Nos dias 18 e 19 de novembro o IV Encontro Catarinense de Escritores, promovido pela Associação das Letras, vai movimentar a literatura joinvilense. O evento será realizado no Teatro Juarez Machado e terá, além de palestras e rodas de conversas com escritores, apresentações artísticas e culturais. Para conferir a programação completa e realizar sua inscrição basta acessar o link abaixo: 
 https://associacaodasletras.com.br/

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Semana de Letras: 22º Encontro do Proler, IX Abril Mundo, 7º Seminário de Pesquisa em Linguagem, Leitura e Cultura e 5º Pátria Língua Portuguesa

Minicursos
2016

Data: 08/11/16 e 09/11/2016, em ambos os dias horário das 14h às 18h, com intervalo para lanche


1- “Contação, Cantos e Encantos”: Possibilidades da cultura afrobrasileira em sala de aula

Ementa: A partir da Lei 10.639/03, percebe-se a necessidade de diversificar abordagens e atividades em sala de aula que contemplem a história e a cultura afrobrasileira. Assim, o minicurso buscará desenvolver atividades para professores do ensino infantil e fundamental I e II, subsidiando o educador trabalhar a religiosidade a partir de atividades lúdicas - abayomis; contação de histórias da cultura afro-brasileira; confecção de instrumentos musicais, e brincadeiras africanas, para serem exploradas no cotidiano escolar.

Pedro Romão Mickucz – Mestrando em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE). Especialista em Interdisciplinaridade nas Práticas Pedagógicas (FURB). Professor de História e Música na Rede Municipal em Joinville. Desenvolve o Projeto “Meu Primeiro Violino e supervisiona o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID-UNIVILLE) no subprojeto de História.

Fernanda Gina Aguiar Souza Acadêmica do curso de Letras na Universidade da Região de Joinville – UNIVILLE. Bolsista do Programa Institucional de Incentivo à Leitura (PROLER), Participa da CIA de Teatro da Univille.

Bolsistas do PIBID: Beatriz Rengel, Bruna Caroline Lima, Julio Cesar Vieira, Renato Fidêncio e Taniéli Lais Schröder,

Número máximo de participantes: 20 pessoas.
Materiais necessários: Cartolinas, canetinhas, réguas, tesouras, lápis de cor, restos de tecidos, miçangas e balão.


2 - Leitura e produção em meio digital

Ementa: A proposta do minicurso é vivenciar práticas de leitura e de escrita em meio virtual, através dos recursos disponíveis na internet, tais como blog e ferramentas de mídias sociais como Twitter e Facebook.

Público alvo: Professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental (6º - 9º Ano) e Ensino Médio
Número máximo de participantes: 20
Recursos: computadores e conexão com a internet.

Philipe Macedo Pereira: Professor de Literatura, Língua Portuguesa e Inglesa. Graduado em Letras pela UNIVILLE (2013) e Mestrando em Patrimônio Cultural e Sociedade pela UNIVILLE. Mantém o blog “Ensaios & Garatujas”: http://ensaiosegaratujas.blogspot.com.br/. 

Marcus Vinícius Carvalheiro: Jornalista, graduado pelo Bom Jesus/Ielusc (2012), cursou Especialização em História da Arte e, atualmente, é Mestrando em Patrimônio Cultural e Sociedade pela UNIVILLE.


3 - Rítmica e Som

Ementa: O presente curso visa oportunizar aos professores de séries iniciais para experienciar atividades rítmicas e sonoras, trabalhando a coordenação motora através de exercícios rítmicos que utilizem palmas, passos e voz. Serão abordadas as noções básicas dos elementos da música (melodia, ritmo, harmonia), as propriedades do som: altura, duração, intensidade, timbre, o pulso (pulsação), tempo e contratempo. Abordagem: definição, experimentação, exercícios práticos.

Público alvo: professores das series iniciais
Número máximo de participantes: 25

Augusto Luciano Ginjo –- Mestrando em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Universidade da Região de Joinville - UNIVILLE. Formado em Direito pela mesma universidade. Atualmente é bolsista integral CAPES no programa de mestrado onde desenvolve a pesquisa "Quando os príncipes descem do zarco para bater cabeça: memórias narradas das cenas musicais da cidade de Joinville durante a década de 1990". Paralelamente à vida acadêmica, possui carreira de
músico tendo lançado dois discos com a banda joinvilense Fevereiro da Silva e um disco solo. 

Jade Grosskopf –graduanda de Psicologia (bacharel) pela Universidade da Região de Joinville - Univille. Atua como bolsista de extensão pelo artigo 170. Participante do grupo de pesquisa no CNPq, Imbricamentos de Linguagens e formação em Teoria Musical pela Escola de Música Donaldo Ritzmann.

Karina Santos de MenezesBacharel em Música – Piano pela Escola de Música da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), especialista em Formação Docente para o Ensino Superior pela Anhanguera Educacional, e Mestranda em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Univille, Universidade para a Região de Joinville. É pianista e professora de piano na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil desde 2000. Atua também como professora de Linguagem Musical e Piano na Escola de Música Villa-Lobos, da Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior.


4 - Relicários poéticos

Ementa: O minicurso tem como principal objetivo apresentar propostas de atividades pedagógicas que despertem o interesse pelo viés poético dos textos literários. Por meio de escritos líricos aliados a atividades e experiências sonoro-musicais, pretende-se sensibilizar os educadores para a constituição de um repertório poético e novas abordagens metodológicas, como ponte entre suas reflexões teóricas e contextos de vida. Esse movimento de cavar e escavar para encontrar as infâncias (nossas e de outros) é a matriz que nutre o sentir poético. Diante das ausências no mundo contemporâneo esses achados do escavar adensam desconstruções em que a busca se objetiva de novos olhares. Analisando essas possibilidades, o trabalho se conecta com a poesia de Mário Quintana, em que “[...] de repente as coisas assumem uma nitidez de contornos como se brotassem de uma existência inanimada e ganhassem cor, textura e vida [...]” (Tânia Franco Carvalhal).

Público alvo: professores do Ensino Fundamental, do 4º ao 9º ano.
Número máximo de participantes: 20
Recursos: Datashow, CD “Crianceiras”, envelopes, papel sulfite, giz de cera, canetas, lápis, borrachas.

Laura Meireles G. Moura: Mestre em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Univille – Universidade da Região de Joinville, Professora na Rede Municipal de Ensino de Joinville, membro do Grupo de Pesquisa “Imbricamentos de Linguagens” (Univille) e participante de ações de leitura na Associação Ecos de Esperança.

Mara Falcão Palhares Barbosa: Mestranda em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Univille – Universidade da Região de Joinville; Professora da Rede Municipal de Ensino de Joinville desde 2000; Graduada em Letras pela Universidade de São Paulo (USP); Pós-Graduada em Morfologia e integrante do Grupo "Imbricamentos de Linguagens", da Univille.

Thiago Túlio Pereira: Graduado em Geografia pela UFPR – Universidade Federal do Paraná e Graduando em Letras – Português e Inglês pela Univille – Universidade da Região de Joinville. Professor da Rede Estadual de Ensino de Santa Catarina e membro do Grupo de Pesquisa “Imbricamentos de Linguagens” (Univille).


5 – A narrativa indígena e o conto de fadas, leituras e seleção

Ementa: A narrativa indígena e o conto de fadas, leituras e seleção. O conto pós-moderno, traduções, versões e os revisitamentos.

Público-alvo: mediaores de leitura, professores, bibliotecários e estudantes de Letras, Pedagogia e Artes.
Número máximo de participantes: 30 pessoas.
Recursos: tecidos coloridos (1m x 1m), nas cores: azul, amarelo, preto, branco, laranja, bege, marrom, rosa, vermelho...

Alcione Pauli: Mestre em Patrimônio Cultural e Sociedade e graduada em Letras pela Universidade da Região de Joinville, UNIVILLE, (SC) -, graduada em Pedagogia pela Faculdade Internacional de Curitiba (PR). Trabalha no setor infantil e juvenil da Biblioteca Pública Municipal Pref. Rolf Colin como contadora de histórias e articuladora cultural. Atualmente é responsável por grupos de estudo e pesquisa do Programa Institucional de Literatura Infantil e Juvenil (PROLIJ), da UNIVILLE. Na Rádio Joinville Cultural apresenta semanalmente o quadro “Cachoeira: um rio cultural que atravessa a cidade, o livro, a leitura e a literatura”. Atou como contadora de histórias em congressos pelo Brasil e no exterior (Portugal, Itália, China, Índia e México).


6 - Bonecas Abayomi e as narrativas do candomblé

Ementa: O mini-curso "Bonecas Abayomi e Narrativas do Candomblé" visa abordar, por meio da confecção de bonecas abayomi, algumas narrativas da religião afro-brasileira Candomblé, como a Criação do Mundo, do Ser Humano e dos Orixás, no intuito de mitigar preconceitos e assegurar o direito de liberdade religiosa. A oficina envolverá ainda a confecção de um panô/tapete que servirá de cenário para a contação dessas narrativas. 

Público-alvo: Estudantes, professores,
Número de participantes: máximo 20
Recursos: tecido de malha na cor preta; retalhos de tecidos com cores variadas; tesouras; cópias xerográficas

Allis Eduarda Machado: acadêmica do Curso de Letras da Univille (Universidade da Região de Joinville), bolsista do Programa Nacional de Incentivo à Leitura - PROLER.

Cymara S Schwartz Sell: acadêmica do Curso de Letras da Univille (Universidade da Região de Joinville), bolsista do Programa de Literatura Infantil e Juvenil - PROLIJ;

Kevin Inocêncio: acadêmico do Curso de Letras da Univille (Universidade da Região de Joinville).

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